O Romantismo Francês - Música de Câmara Braga 2024
nov.
16
7:00 p.m.19:00

O Romantismo Francês - Música de Câmara Braga 2024

O ROMANTISMO FRANCÊS - MÚSICA DE CÂMARA BRAGA 2024

Miguel Simões, violino
Pedro Costa, piano

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PROGRAMA

Gabriel Fauré (1845 - 1924)
Romance para violino e piano Op. 28

Camille Saint-Saëns (1835 - 1921)
Sonata para violino e piano Nº 1, Op.75 em Ré m

Gabriel Fauré
Sonata para violino e piano Nº 1, Op.13 em Lá M

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SINOPSE

A celebração dos 100 anos da morte de Gabriel Fauré em 2024 serve de mote para este recital que põe em relevo a música de câmara francesa.

“Uma magia flutua acima de tudo.” Assim disse Camille Saint-Saëns sobre a Sonata para violino nº 1 em lá maior do jovem e então desconhecido Gabriel Fauré. Durante o tempo como professor na École Niedermeyer de Paris, Saint-Saëns foi um dos primeiros incentivadores e mentores de Fauré;

Foi ainda Saint-Saëns que apresentou a Fauré, Pauline Viardot, uma das grandes divas incontestáveis ​​do século XIX e a quem é dedicada a Sonata para violino nº 1, a primeira obra de câmara importante de Fauré e até hoje uma das suas composições mais executadas e admiradas.

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A Música de Câmara de Fauré e Chausson - Câmara Municipal de Gondomar
out.
13
9:00 p.m.21:00

A Música de Câmara de Fauré e Chausson - Câmara Municipal de Gondomar

A MÚSICA DE CÂMARA DE FAURÉ E CHAUSSON

Inês Simões, soprano
Vasco Dantas, piano
Miguel Simões, violino
Matilde Araújo, violino
Lourenço Sampaio, viola d’arco
Isabel Vaz, violoncelo

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PROGRAMA

Gabriel Fauré (1845-1924)
La Bonne Chanson op. 61 - soprano, piano e quarteto de cordas
Quarteto de cordas em Mi menor op. 121

Ernest Chausson (1855-1899)
Poème de l’amour et la mer op. 19 - soprano e piano
Chanson Perpétuelle op. 37- soprano, piano e quarteto de cordas


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SINOPSE

A celebração dos 100 anos da morte de Gabriel Fauré em 2024 serve de mote para um concerto que põe em relevo a música de câmara francesa nas suas variadas formações. Passando pelas últimas obras de Fauré e Chausson - o op. 121 é também o único quarteto de cordas por Fauré composto e “Chanson Perpétuelle” a última peça acabada de Chausson - neste programa descobrimos a poesia de Paul Verlaine e Maurice Bouchor em dois dos mais importantes ciclos para canto, tão representativos da passagem do fim do século XIX para o século XX.

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A Música de Câmara de Fauré e Chausson - Música de Câmara Braga 2024
out.
12
7:00 p.m.19:00

A Música de Câmara de Fauré e Chausson - Música de Câmara Braga 2024

A MÚSICA DE CÂMARA DE FAURÉ E CHAUSSON - MÚSICA DE CÂMARA BRAGA 2024

Inês Simões, soprano
Vasco Dantas, piano
Miguel Simões, violino
Matilde Araújo, violino
Joana Nunes, viola d’arco
Isabel Vaz, violoncelo

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PROGRAMA

Gabriel Fauré (1845-1924)
La Bonne Chanson op. 61 - soprano, piano e quarteto de cordas
Quarteto de cordas em Mi menor op. 121

Ernest Chausson (1855-1899)
Poème de l’amour et la mer op. 19 - soprano e piano
Chanson Perpétuelle op. 37- soprano, piano e quarteto de cordas


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SINOPSE

A celebração dos 100 anos da morte de Gabriel Fauré em 2024 serve de mote para um concerto que põe em relevo a música de câmara francesa nas suas variadas formações. Passando pelas últimas obras de Fauré e Chausson - o op. 121 é também o único quarteto de cordas por Fauré composto e “Chanson Perpétuelle” a última peça acabada de Chausson - neste programa descobrimos a poesia de Paul Verlaine e Maurice Bouchor em dois dos mais importantes ciclos para canto, tão representativos da passagem do fim do século XIX para o século XX.

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"Indagações de uma Belle Époque" - Música no Termo 5º Edição
out.
11
5:00 p.m.17:00

"Indagações de uma Belle Époque" - Música no Termo 5º Edição

  • Jardim de Inverno do Palácio dos Lilazes - Academia Portuguesa de História (mapa)
  • Calendário Google ICS

A MÚSICA DE CÂMARA DE FAURÉ E CHAUSSON

Inês Simões, soprano
Vasco Dantas, piano
Miguel Simões, violino
Matilde Araújo, violino
Joana Nunes, viola d’arco
Isabel Vaz, violoncelo

PROGRAMA

Gabriel Fauré (1845-1924)
La Bonne Chanson op. 61 - soprano, piano e quarteto de cordas
Quarteto de cordas em Mi menor op. 121

Ernest Chausson (1855-1899)
Poème de l’amour et la mer op. 19 - soprano e piano
Chanson Perpétuelle op. 37- soprano, piano e quarteto de cordas


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SINOPSE

A 2ª metade do século XIX foi indubitavelmente marcada pela procura de linguagens musicais consideradas identitárias. Foi assim um pouco por toda a Europa. Num tempo em que o modelo wagneriano, ultra romântico, feito de uma grandiosidade e densidade superlativa, parecia expandir-se pelos restantes Estados europeus, surgem, em contra corrente, movimentos que procuravam a definição de sonoridades ditas locais, denominadoras de uma cultura nacional. Foi, entre outros, o caso dos compositores franceses, como Ernest Chausson (1855-1899) e Gabriel Fauré (1845-1924), nos quais sentimos o intimismo e a delicadeza do que identificamos hoje como a estética da Belle Époque parisiense. A esta dedicamos o presente concerto.

https://www.agendalx.pt/events/event/musica-no-termo/

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Algarve Music Series IX Edição | 24
out.
9
9:00 p.m.21:00

Algarve Music Series IX Edição | 24

A MÚSICA DE CÂMARA DE FAURÉ E CHAUSSON

Inês Simões, soprano
Vasco Dantas, piano
Miguel Simões, violino
Matilde Araújo, violino
Joana Nunes, viola d’arco
Isabel Vaz, violoncelo

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PROGRAMA

Gabriel Fauré (1845-1924)
La Bonne Chanson op. 61 - soprano, piano e quarteto de cordas
Quarteto de cordas em Mi menor op. 121

Ernest Chausson (1855-1899)
Poème de l’amour et la mer op. 19 - soprano e piano
Chanson Perpétuelle op. 37- soprano, piano e quarteto de cordas


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SINOPSE

A celebração dos 100 anos da morte de Gabriel Fauré em 2024 serve de mote para um concerto que põe em relevo a música de câmara francesa nas suas variadas formações. Passando pelas últimas obras de Fauré e Chausson - o op. 121 é também o único quarteto de cordas por Fauré composto e “Chanson Perpétuelle” a última peça acabada de Chausson - neste programa descobrimos a poesia de Paul Verlaine e Maurice Bouchor em dois dos mais importantes ciclos para canto, tão representativos da passagem do fim do século XIX para o século XX.

https://algarvemusicseries.com

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Quintetos de Cordas - Música de Câmara Braga 2024
out.
7
7:00 p.m.19:00

Quintetos de Cordas - Música de Câmara Braga 2024

QUINTETOS DE CORDAS - MÚSICA DE CÂMARA BRAGA 2024

Pinchas Zukerman, violino
Miguel Simões, violino
Toby Hoffman, viola d’arco
Amanda Forsyth, violoncelo
Kyril Zlotnikov, violoncelo

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PROGRAMA

Luigi Boccherini (1743 - 1805)
Quinteto de Cordas em Dó Maior, G. 349

Franz Schubert (1797 - 1828)
Quinteto de Cordas em Dó Maior, D. 956

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SINOPSE

A última obra de câmara de Franz Schubert, o Quinteto de Cordas em Dó maior (D. 956, Op. posth. 163) é por vezes chamada "Quinteto para Violoncelo", porque está marcado para um quarteto de cordas normal mais um violoncelo extra, em vez da viola extra que é mais habitual nos quintetos de cordas convencionais. Foi composto em 1828 e concluído apenas dois meses antes da morte do compositor. A primeira apresentação pública da peça só ocorreu em 1850, e a publicação ocorreu três anos depois, em 1853. O único quinteto de cordas completo de Schubert foi elogiado como "sublime" e "extraordinário”, possuindo "pathos sem fundo" - é geralmente considerado como a melhor obra de câmara de Schubert, bem como uma das maiores composições de toda a música de câmara.

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As Variações Goldberg - Braga Barroca 2024
set.
29
7:00 p.m.19:00

As Variações Goldberg - Braga Barroca 2024

Programa:

J. S. Bach (1685 – 1750) – Variações Goldberg BWV 988 (versão para orquestra de Dmity Sitkovetsky) (1741)

Com.Cordas Ensemble

Miguel Simões, violino e direção musical

Sinopse

Em 1741, uma nova obra de Johann Sebastian Bach foi publicada pelo seu editor musical de Nuremberga - Balthasar Schmid: Ária com diversas variações para cravo com dois manuais -composta para amantes da música para refrescar seus espíritos. Mais tarde, este trabalho recebeu o título mais manejável, agradável e imaginativo, as Variações Goldberg. O nome está relacionado com as circunstâncias em que foi escrito – segundo Johann Nikolaus Forkel, o primeiro biógrafo do compositor. Segundo o seu livro, publicado em 1802, as Variações Goldberg são “graças à iniciativa do antigo embaixador russo no tribunal eleitoral da Saxónia, Conde Kaiserling”. O conde estava frequentemente doente e, segundo Forkel, muitas vezes passava noites sem dormir. Johann Gottlieb Goldberg, músico particular do conde, “que morava em sua casa, teve que passar a noite numa antecâmara, para poder tocar para ele. Uma vez o Conde mencionou na presença de Bach que gostaria de ter algumas peças de cravo para Goldberg, que deveriam ser de um caráter tão gentil e um tanto vivo que ele pudesse animar um pouco as suas noites de insônia”. As Variações Goldberg são, portanto, por um lado, uma obra cuja conceção inclui um efeito de elevação do espírito, ou como era chamado na época de Bach, “gemüths- ergetzende” (aumento da alma). Para Bach, porém, este efeito espiritual da música não é simplesmente produzido pelo afeto com que ele compôs. Para ele, está enraizado em analogias com o mundo e a natureza “ordenadas de acordo com medida, número e peso”: Segundo o pensamento barroco, as mesmas relações numéricas são encontradas em intervalos musicais como na astronomia e na natureza. Todo o conjunto de variações é baseado numa linha de baixo de 32 compassos e as suas harmonias implícitas. Não existe um tema propriamente dito. A ária que precede as variações – e que se repete inalterada no final – é simplesmente uma sarabanda escrita sobre esta linha do baixo. A melodia da sarabanda é totalmente esquecida durante as variações, facto que torna ainda mais notável o seu regresso no final. Originalmente compostas para cravos de dois teclados, neste concerto ouviremos as Variações Goldberg na sua mais conhecida transcrição - orquestra de cordas arranjada por Dmity Sitkovetsky.

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Música Europeia do Século XVIII
mai.
25
6:30 p.m.18:30

Música Europeia do Século XVIII

Miguel Simões, violino
Camerata de Cordas da Universidade do Minho

Programa

Christoph W. Gluck (1714-1787) – Abertura em Ré maior
Allegro
Andante
Presto

Abade António da Costa (1714-1780) – Trio Sonata IV para três violinos 
Posato
Allegro assai
Adagio

Giuseppe Tartini (1692-1770) – Sonata para violino em Sol menor - «Trilo do Diabo»  (Violino solo e cordas / Fritz Kreisler (1875-1962))

Georg Christoph Wagenseil (1715-1777) - Sinfonia em Ré Maior, Op. 3, No. 1, WV 374
Allegro
Andante
Allegro assai

Colóquio Internacional - O violinista e compositor Abade António da Costa
CEHUM | Giartes | Escola de Letras, Artes e Ciências Humanas da Universidade do Minho

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Recital de Música de Câmara - Solistas da Orquestra Gulbenkian
dez.
18
8:00 p.m.20:00

Recital de Música de Câmara - Solistas da Orquestra Gulbenkian

  • Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (mapa)
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Rui Fernandes, trombone
Tera Shimizu, violino
Jorge Teixeira, violino
Miguel Simões, violino
Martin Henneken, violoncelo
Manuel Rego, contrabaixo
Sérgio Silva, órgão

Programa
Sonata Quarta à 2 (Livro 1, para violino, trombone e baixo continuo) - Dario Castello
Sonata à 2 (soprano, baixo e baixo contínuo – Livro 4) - Giovanni Battista Buonamente
Sonata 6 à 2 (Livro 1) - Dario Castello
Sonata a tre violini - Johann Heinrich Schmelzer
Sonata 14 à 3 (2 violinos, trombone e baixo contínuo) - Giovanni Battista Fontana

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Recital de Violino e Piano - Temporada do Schloß Dätzingen
nov.
26
7:00 p.m.19:00

Recital de Violino e Piano - Temporada do Schloß Dätzingen

Miguel Simões, violino
Domingos Costa, piano

Programa
Sonata “Trilo do Diabo” em Sol menor - Tartini/Kreisler
Sonatina op.18 - Luís Costa
Praeludium et Allegro - Kreisler
Liebesleid - Kreisler
Vida Breve - Falla/ Kreisler
Scherzo Tarantella - Wieniawski
Apres un Reve - Fauré
Cenas de Ballet - Beriot
Dança Espanhola, nº5 - Granadas
Variações sobre um tema original, op.15 - Wieniawski

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Recital de Música de Câmara, Schönberg e Brahms - Solistas da Orquestra Gulbenkian
nov.
6
8:00 p.m.20:00

Recital de Música de Câmara, Schönberg e Brahms - Solistas da Orquestra Gulbenkian

  • Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (mapa)
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Programa

Noite Transfigurada, op. 4 - Arnold Schönberg

Maria Balbi, violino
Miguel Simões
, violino
Alexandra Mendes
, viola
Leonor Braga Santos
, viola
Varoujan Bartikian
, violoncelo
Hugo Paiva
, violoncelo

Sexteto para cordas n.º 1, em Si bemol maior, op. 18 - Johannes Brahms

Miguel Simões, violino
Maria Balbi, violino
Alexandra Mendes
, viola
Leonor Braga Santos
, viola
Varoujan Bartikian
, violoncelo
Hugo Paiva
, violoncelo

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Jóias do Barroco - Música em São Roque
out.
22
4:30 p.m.16:30

Jóias do Barroco - Música em São Roque

  • Igreja do Convento de São Pedro de Alcântara, Lisboa (mapa)
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ENSEMBLE D. JOÃO V
Sandra Medeiros
, soprano

Tera Shimizu, violino
Miguel Simões, violino
Álvaro Pinto, viola

Duncan Fox, violone

Cândida Matos, cravo

Programa
Sinfonia em Si bemol Maior - Carlos Seixas (1704-1742)
Aria Ah non sai bella Selene (Didone)
 - Pedro António Avondano (1714-1782)
Sonata em Trio em Dó Maior
 - Pedro António Avondano (1714-1782)
Cantata Vengo a voi, luci adorate, RV 682
 - 
Antonio Vivaldi (1678-1741)
Sinfonia em Ré Maior
 - 
Pedro António Avondano (1714-1782)

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Ritmos e Contrastes. De Vivaldi a Bartók - Braga Barroca
set.
24
9:30 p.m.21:30

Ritmos e Contrastes. De Vivaldi a Bartók - Braga Barroca

Com.Cordas Ensemble
Miguel Simões
, violino e direção musical

Programa
Concerto para cordas em Ré menor, RV 129 “Madrigalesco” - A. Vivaldi
Concerto para cordas em Sol menor, RV 155 - A. Vivaldi
Sinfonia para cordas em Sol Maior, Wq 182, no 1 - C. Ph. E. Bach
Divertimento para orquestra de cordas Sz. 113 - B. Bartók

Entrada Livre

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